Qual é a diferença entre um solvente físico e um químico para gases ácidos?
Um solvente químico, como uma amina, reage com o dióxido de carbono formando um composto que precisa ser decomposto com calor para liberar o gás e regenerar o solvente, consumindo grandes quantidades de vapor. Um solvente físico apenas dissolve o gás proporcionalmente à sua pressão parcial, de modo que o gás é liberado pela redução da pressão, e não pela fervura do solvente.
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Quando um solvente físico é a melhor escolha?
Em alta pressão e alta concentração de gás ácido. Como a absorção segue a lei de Henry, um solvente físico capta muito mais gás à medida que a pressão parcial aumenta, e a regeneração por despressurização custa muito menos energia do que a dessorção térmica. Em baixa pressão parcial, como em gases de combustão à pressão atmosférica, um solvente físico absorve muito pouco e uma amina é necessária.
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O NHD é seletivo entre sulfeto de hidrogênio e dióxido de carbono?
Sim. Ele absorve o sulfeto de hidrogênio de forma consideravelmente mais forte do que o dióxido de carbono, o que permite separar os dois em vasos de flash em estágios em vez de removê-los juntos. Essa seletividade tem valor comercial quando o sulfeto de hidrogênio precisa ser encaminhado a uma unidade de recuperação de enxofre enquanto o dióxido de carbono é ventado ou aproveitado.
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Quais são as vantagens operacionais do NHD?
Não é corrosivo, de modo que se pode usar aço-carbono onde uma planta de aminas exige metalurgia superior; não forma espuma com facilidade; é térmica e quimicamente estável, de forma que a degradação e a recuperação do solvente são mínimas; e tem pressão de vapor muito baixa, de modo que as perdas de solvente são pequenas. Em conjunto, isso reduz tanto o custo de capital quanto o de manutenção.
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