Poliéster. Cerca de três quartos da produção mundial de MEG vão para o politereftalato de etileno, no qual se condensa com ácido tereftálico para formar o polímero usado em garrafas de bebidas, filmes e fibra de poliéster. A aplicação como anticongelante, pela qual é mais conhecido, responde por uma parcela do consumo bem menor que os mercados de embalagem e têxtil.
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Por que o MEG é tóxico e o MPG não?
Por causa de como é metabolizado. O MEG é oxidado a ácido oxálico, que precipita como cristais de oxalato de cálcio nos rins e causa insuficiência renal; a dose letal é pequena e o sabor adocicado torna a ingestão acidental e deliberada um risco real. O MPG é metabolizado a ácido láctico, que entra no metabolismo energético normal e é eliminado sem danos.
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Por que se usa uma mistura de água e glicol em vez de glicol puro?
Porque a mistura tem desempenho superior ao de qualquer um dos componentes isolados. A água tem capacidade de transferência de calor muito melhor que a do glicol, de modo que glicol puro resfriaria mal um motor. O glicol reduz o ponto de congelamento e eleva o ponto de ebulição da mistura. Uma solução a 50 por cento protege até cerca de 37 graus Celsius negativos, mantendo a maior parte da capacidade de transferência de calor da água.
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Por que agentes amargantes são adicionados a produtos com MEG?
Para desencorajar a ingestão. O MEG tem sabor adocicado, razão pela qual animais e crianças são atraídos por anticongelante derramado, e as consequências são graves. Várias jurisdições passaram a exigir um agente amargante, normalmente benzoato de denatônio, em anticongelantes de consumo. Isso não reduz a toxicidade, apenas a probabilidade de consumo acidental.
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