De forma sacrificial. A oxidação do óleo ocorre por uma reação em cadeia de radicais livres, e o antioxidante, tipicamente DBPC, interrompe essa cadeia doando um átomo de hidrogênio ao radical e encerrando-o antes que possa se propagar. Enquanto houver inibidor, a oxidação é mantida quase completamente sob controle.
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Por que o teor de inibidor deve ser monitorado?
Porque ele é consumido conforme atua e, uma vez esgotado, o óleo oxida rapidamente com pouco aviso. O teor de inibidor é, portanto, um parâmetro rotineiro de monitoramento de condição junto com acidez, teor de água, tensão de ruptura e análise de gases dissolvidos, e uma tendência de queda é o sinal para planejar a reinibição ou a substituição do óleo.
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Um transformador pode ser reinibido?
Sim, adicionar inibidor ao óleo em serviço é uma opção de manutenção reconhecida e consideravelmente mais barata do que substituir a carga. É adequada quando o óleo está no restante em boas condições, com acidez, água e gases dissolvidos dentro dos limites, e quando o esgotamento foi identificado antes de ocorrerem danos significativos por oxidação.
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Quando um óleo inibido é a melhor escolha?
Em transformadores quentes e com carga elevada e em temperaturas ambiente altas, onde a oxidação é mais rápida e o período de indução prolongado de um óleo inibido proporciona uma vida útil significativamente maior. A contrapartida é a obrigação de monitoramento, pois a proteção depende de um aditivo que é consumido e não do óleo básico em si.
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